👮♂️👮♂️👮🏻♂️ 🇷🇺 ⚔️ 🇺🇦 👨✈️👨🏻✈️👩🏻✈️
💣💥 Num dia como hoje, 24 de fevereiro, por volta da madrugada, tropas RUSSAS ultrapassavam as fronteiras da UCRÂNIA, na chamada "operação militar especial". Começava assim a Guerra na Ucrânia, que hoje completa quatro anos deixando um legado de mortes e destruição no leste europeu, com milhares de fatalidades, impactos econômicos e geopolíticos no restante do planeta.
Quatro longos anos se passaram desde 24 de fevereiro de 2022, que as crônicas recordam como "o dias mais longo para Kyiv", quando mísseis e fileiras de tanques russos deram início ao que se tornaria a invasão da Ucrânia. Um continente começaria novamente a contar os mortos, feridos, desaparecidos e sequestrados. O mundo aprenderia de forma dramática e rápida o nome de cidades como Bucha, Irpin, Borodyanka, Lviv. Em pouco tempo, voltaria a vivenciar o drama da destruição, da fome, do frio e da solidão.
Ano passado, opresidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que estava disposto a renunciar se isso significasse a paz na Ucrânia. Ele também colocou como condição a entrada da Ucrânia na OTAN. O comentário foi feito dias depois de o presidente Trump questionar sua legitimidade e o chamar de “ditador sem eleições”, repetindo um argumento do Kremlin.
No quarto aniversário do conflito o presidente ucraniano, Vladimir Zelensky exortou os membros da União Europeia de 27 nações a continuarem defendendo o modo de vida europeu. A Rússia, por sua vez, reafirmou o compromisso de "garantir a segurança de habitantes do leste da Ucrânia", o que na prática significa a continuidade das hostilidades, o que faz desta guerra o mais longo conflito no continente europeu desde 1945.
Vale lembrar que Rússia e Ucrânia já fizeram parte do mesmo bloco durante a Guerra Fria: o dos países socialistas, que se contrapunham aos Estados Unidos da América. A continuidade do conflito pode degenerar num confronto entre as forças da OTAN – Organização do Tratado do Atlântico Norte –, aliadas de Kiev, e as forças do Exército Russo comandadas por Putin. Como ambas possuem armamentos nucleares, a tensão gerada pelo conflito reacendeu temores que aparentemente haviam desaparecido com a queda do muro de Berlim, a dissolução da União Soviética e o fim da Guerra Fria (1945-1989). Um enfrentamento bélico entre duas superpotências nucleares, não terá vencedores, apenas vencidos, isso se alguém sobreviver a um hecatombe nuclear! 😱💥🌇🔥
#4anosdaguerranaucrania
#historiadasguerrascontemporaneas
#guerranaucrania
🧭 Concepção e elaboração do post 📝 José Ricardo 🖋️ professor e historiador.
👉 Para saber mais sobre a guerra na Ucrânia, acesse:
⏳#muitahistoriapracontar⌛