terça-feira, 22 de setembro de 2026

HOJE NA HISTÓRIA - 22.09.26 - Morre o Jornalista e Escritor Zuenir Ventura

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✝️ LUTO 😞 O jornalismo brasileiro se despediu hoje, 22 de setembro, de um de seus principais expoentes. Morreu aos 95 anos, em decorrência de uma pneumonia, ZUENIR VENTURA, jornalista, cronista e imortal da Academia Brasileira de Letras. O autor de "1968 - O Ano que não Terminou" (Companhia das Letras) estava em sua casa, no Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pela ABL.

Durante mais de sete décadas de atuação no jornalismo, Zuenir construiu uma obra marcada pela cobertura de episódios políticos e temas sociais relevantes do país. Ao longo de sua carreira, também recebeu importantes prêmios do jornalismo brasileiro e se consolidou como um dos nomes mais relevantes da imprensa nacional.

Nascido em Além Paraíba, em Minas Gerais, em 1931, ele se mudou ainda criança para Nova Friburgo e chegou ao Rio aos 20 anos, para estudar Letras Neolatinas na Universidade do Brasil, atual UFRJ. Vindo de uma família humilde, Zuenir queria ser padre. Apesar disso, entregou-se ao jornalismo após trabalhar como assistente de Carlos Lacerda no jornal Tribuna de Imprensa. Logo ele passou a ser redator e foi correspondente em Paris.

Antes de se tornar repórter, Zuenir, ou Mestre Zu, como era carinhosamente chamado pelos estudantes, lecionou na UFRJ e na Escola Superior de Desenho Industrial, da UERJ.

Zuenir entrou no jornalismo quase por acaso: trabalhava como arquivista na Tribuna da Imprensa quando se ofereceu para escrever sobre Albert Camus, uma de suas paixões. O texto, publicado em 1960, marcou o início de uma trajetória que atravessaria redações, salas de aula e alguns dos principais capítulos da imprensa brasileira. Ele passou por importantes veículos de comunicação, como O Globo, Correio da Manhã e as revistas Visão, IstoÉ e Veja, além do Jornal do Brasil.

Parte importante de sua obra dialoga com os anos de chumbo da ditadura militar. Ele próprio foi preso em dezembro de 1968, episódio que marca seu livro mais conhecido, “1968 – O ano que não terminou”, lançado em 1988 e que inspirou a minissérie “Os anos rebeldes", da TV Globo.

Ao longo da carreira, recebeu prêmios como o Esso de Jornalismo e o Vladimir Herzog, ambos em 1989, pela série sobre o Acre de Chico Mendes; o Jabuti de Reportagem, por "Cidade partida"; um troféu especial da ONU em 2008 e o título de Jornalista do Ano pela Associação dos Correspondentes Estrangeiros, em 2010. A revista inglesa The Economist o definiu como "um dos jornalistas que melhor observam o Brasil". Até a ONU lhe garantiu um Prêmio Especial como um dos 5 jornalistas que mais contribuíram para a defesa dos direitos humanos no País nos últimos 30 anos.

Sétimo ocupante da cadeira 32, Zuenir foi eleito em 30 de outubro de 2014, na sucessão de Ariano Suassuna, e tomou posse em 6 de março de 2015. Na fala de Merval Pereira, atual presidente da ABL, "poucos atingem o cume, ele foi um desses".

Zuenir deixa a mulher, Mary Ventura, e os filhos, o jornalista Mauro Ventura e a editora Elisa Ventura. Ele foi uma voz importante na defesa dos direitos humanos, transmitindo numa escrita límpida os resultados de seus esforços de repórter em temas prementes da sociedade brasileira ao longo dos anos. Seu talento e criatividade fizeram dele um homem que lutava contra as injustiças. ✨️📰🖤👏👏👏

#morrezuenirventura 🖤
#lutoporzuenirventura 🥀
#adeuszuenirventura 👋

🧭 Concepção e elaboração do post 📝José Ricardo 🖋️ professor e historiador.

📖 Fontes consultadas para a postagem:

💻 Portais G1 e UOL
📰 Agência Brasil - E.B.C.
🏛️ Site da Academia Brasileira de Letras

👉 Para saber mais sobre Homero Fonseca, jornalista pernambucano que morreu recentemente, acesse:


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HOJE NA HISTÓRIA - 21.09.26 - Morre o Cantor e Compositor Rick

🎶🖤🎤🎺 🧑🏽‍🦲 🎷🎤🖤🎶

✝️ LUTO 😞 A música sertaneja brasileira perdeu ontem, dia 21 de setembro, um de seus maiores cantores e compositores. Quem durante décadas fez o país dançar, se emocionar, se enamorar com canções que falavam de paixões e sertões, hoje fez a grande nação sertaneja chorar pelo seu repentino e trágico final. Morreu RICK, a primeira-voz da dupla Rick e Renner, uma das vítimas do acidente com o helicóptero um Bell 430 que desapareceu nesta segunda-feira (21), na região de Urubici, na Serra Catarinense.

Na aeronave, viajavam além do cantor outras quatro pessoas: o empresário Bruno Avelar, o videomaker Paulo Soares, o piloto Antônio Roberto Nóbrega de Araújo e o copiloto Leopoldo Barros Teixeira. O grupo seguia de Porto Belo, no Litoral Norte catarinense, para São Joaquim, onde Rick e Bruno tinham um almoço marcado com o prefeito José Teodoro de Sena Amaral, conhecido como Dorinho, na Vinícola Leone di Venezia. Todos morreram no acidente.

O artista, originalmente batizado Geraldo Antonio de Carvalho, nasceu em 5 de dezembro de 1966, em Porto Nacional, no Tocantins, A família se mudou para Brasília quando ele ainda era criança, e foi lá que ele conheceu Ivair Reis Gonçalves, o Renner. A dupla se formou em meados dos anos 1980, começou tocando em bares da capital e gravou um LP por conta própria, até Zezé Di Camargo e Luciano os apresentarem ao produtor que viabilizou o primeiro disco em gravadora.

Rick começou a carreira musical ainda menino, e formou a dupla Sereno & Serenata com sua irmã Dalva. Mais tarde, fez parte de outras duplas até formar a parceria com Renner, nos anos 1980. O reconhecimento nacional veio especialmente a partir do fim dos anos 1990, com a música Ela é Demais (conhecida pelo verso ‘uma deusa, uma louca, uma feiticeira...’).

A dupla também emplacou outros sucessos ao longo da carreira, entre eles Bebedeira, Eu Mereço, Muleca, Cara-de-Pau, Fim de Semana e Nos Bares da Cidade. Rick foi responsável pela autoria de boa parte das canções que se tornaram conhecidas na parceria.

Além da carreira como cantor, Rick construiu uma trajetória expressiva como compositor. Suas músicas foram gravadas por artistas importantes do sertanejo, entre eles Chitãozinho & Xororó, João Paulo & Daniel, Leandro & Leonardo, Daniel, Zezé Di Camargo & Luciano, Bruno & Marrone e Gino & Geno.

Entre as composições associadas ao artista estão Hoje Eu Sei, Só Dá Você na Minha Vida, Conta pra Ela, Eu Menti, Página de Amigos e Nunca Amei Assim. O trabalho como autor ampliou a presença de Rick no gênero para além dos discos da própria dupla.

Ao longo dos anos, os dois também passaram por períodos de separação e retomada profissional. Rick posteriormente investiu em projetos solo e continuou atuando como cantor e compositor. Até 2007, os dois já tinham vendido mais de 7 milhões de discos e faziam cerca de 150 shows por ano. Pararam em 2010, voltaram em 2018 e seguem juntos na turnê Em nome da música. 

O último show de Rick, antes do desaparecimento, foi marcado por uma surpresa preparada para uma adolescente em Sorriso, no norte de Mato Grosso. No sábado (19/9), a dupla participou da festa de 15 anos de Maria Bergamin e transformou uma homenagem planejada pela família em um dos momentos mais emocionantes da noite.

Rick é casado com Geralda Carvalho, sua companheira há mais de 40 anos. Eles oficializaram a união em 2015, na Basílica de Nossa Senhora Aparecida, no interior de São Paulo, em cerimônia celebrada pelo padre Fábio de Melo. Rick era pai de seis filhos: Victor Henrique, Mônica, Valentino, Matteo, Lúcia e Renn.

Morreu o artista, ficou o legado. Calou-se a voz, ficou a canção gravada. Terminou a vida, mas entrou para a História da Música Sertaneja. Vai em paz Rick. ✨️🙏😭💔🎶

#morrericksollo 🖤
#lutoporricksollo 🥀
#adeusricksollo 👋

🧭 Concepção e elaboração do post 📝José Ricardo 🖋️ professor e historiador.

📖 Fontes consultadas para a postagem:

💻 Portais G1, UOL e Metropolis.
📰 Jornais O Globo e Folha de São Paulo.
🎼 Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira.

👉 Para saber mais sobre João Paulo, parceiro de Rick em várias composições, acesse:


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sábado, 12 de setembro de 2026

HOJE NA HISTÓRIA - 12.09.26 - Morre Lúcia de Badia

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✝️ LUTO 😞 Hoje, os sons dos tambores estão soando no Orum... Morreu hoje à tarde no Recife, LÚCIA DE BADIA, guardiã da memória negra e da cultura popular do Recife, moradora histórica do Pátio do Terço, no bairro de São José, no Recife, foi uma das principais guardiãs da memória cultural e afetiva desse território.

Lúcia Soares dos Santos era prima e filha de criação da lendária Badia (Maria de Lourdes da Silva, 1915–1991), Ela viveu na Casa de Badia desde a infância, acumulando mais de 60 anos de presença naquele espaço tombado pela Fundarpe, marco da resistência negra, do carnaval de rua e das tradições de matriz africana no centro do Recife.

Ao longo da vida, foi cozinheira de culinária ancestral, brincante popular e presidente da Troça Carnavalesca Mista Coroas de São José, mantendo vivos os saberes e festejos construídos por Badia, figura central na criação da Noite dos Tambores Silenciosos e no fortalecimento das “Tias do Pátio do Terço”. Reabriu, na própria casa, o AfroLuz – Culinária ancestral, e criou o Baile das Coroas Perfumadas, homenagem direta a Badia, reafirmando o direito das “coroas” à beleza, à festa e à visibilidade.

Com a partida de Lúcia de Badia, Pernambuco perde uma guardiã da memória preta, uma mestra da cultura popular e uma articuladora comunitária que fez da própria vida um ato de resistência e celebração. Sua partida deixa um vazio imensurável, mas também inspira futuras gerações a preservar e valorizar as tradições que ela tanto lutou para manter vivas. Ọlọrun Kosi Pure! ✨ 👏👏👏👏👏👏

#morreluciadebadia 🖤
#lutoporluciadebadia 🥀
#adeusluciadebadia 👋

🧭 Concepção e elaboração do post 📝José Ricardo 🖋️ professor e historiador.

👉 Para saber mais sobre Raminho de Oxossi, conduzia a Noite dos Tambores Silenciosos, acesse:


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terça-feira, 25 de agosto de 2026

HOJE NA HISTÓRIA - 25.08.26 - 92 Anos do Nascimento de Zilda Arns

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🎂🎉 Num dia como hoje, 25 de agosto, há 92 anos, nascia em Forquilhinha (SC), a médica pediatra e sanitarista brasileira ZILDA ARNS, que dedicou sua vida à defesa da saúde pública, especialmente das crianças e idosos, tornando-se uma das maiores referências humanitárias do país. Fundadora da Pastoral da Criança e da Pastoral da Pessoa Idosa, sua atuação reduziu drasticamente a mortalidade infantil em comunidades pobres e deixou um legado reconhecido mundialmente.

Nascida em 25 de agosto de 1934, Zilda era a 13ª filha de uma família de 16 irmãos, entre eles o cardeal Dom Paulo Evaristo Arns. Desde cedo, inspirada pelos exemplos de solidariedade dos pais, decidiu estudar medicina, enfrentando preconceitos por ser mulher em uma área dominada por homens. Formou-se em 1959 pela Universidade Federal do Paraná, especializando-se em pediatria e saúde pública. Casou-se com Aloísio Bruno Neumann, com quem teve seis filhos, embora tenha enfrentado tragédias pessoais, como a morte de dois deles.

Sua carreira foi marcada pela luta contra a mortalidade infantil, desnutrição e doenças evitáveis. Em 1983, a convite da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), fundou a Pastoral da Criança, que se tornou um dos maiores programas comunitários de saúde e nutrição do mundo, com milhares de voluntários atuando em comunidades carentes.

O pilar da Pastoral da Criança foi a capacitação de líderes comunitários que visitavam gestantes e mães nas periferias e zonas rurais, ensinando medidas simples, mas de enorme impacto preventivo, como a higiene, o acompanhamento do peso infantil, o aleitamento materno e o uso do soro caseiro para combater a desidratação causada pela diarreia.

Mais tarde (em 2004), criou também a Pastoral da Pessoa Idosa, ampliando seu olhar protetivo para a terceira idade. Sua metodologia baseava-se na educação das famílias e na multiplicação do conhecimento, inspirada no milagre bíblico da partilha.

Zilda recebeu inúmeros prêmios e títulos honorários, inclusive indicações ao Prêmio Nobel da Paz, sendo reconhecida como heroína da saúde pública pela Organização Pan-Americana da Saúde. Em 2012, foi eleita a 17ª maior brasileira de todos os tempos, e em 2023 seu nome foi inscrito no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria. Em 2015, iniciou-se seu processo de beatificação pela Igreja Católica, em reconhecimento às suas obras de caridade.

Sua vida terminou tragicamente em 12 de janeiro de 2010, durante o terremoto no Haiti, quando estava em missão humanitária em Porto Príncipe. Sua morte comoveu o Brasil e o mundo, mas seu legado permanece vivo através das pastorais que fundou, que continuam transformando comunidades e salvando vidas. Seu legado permanece vivo como um dos maiores símbolos de solidariedade, saúde comunitária e transformação social do Brasil. 👏👏👏👏👏👏

#92anosdonascimentodezildaarns
#historiadasaudepublicabrasileira
#saudadesdezildaarns

🧭 Concepção e elaboração do post 📝José Ricardo 🖋️ professor e historiador.

🤖✍️ Texto escrito com auxílio das IAs Copilot (Microsoft) e Gemini (Google).

👉 Para saber mais sobre Zilda Arns, acesse:


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sábado, 22 de agosto de 2026

HOJE NA HISTÓRIA - 22.08.26 - Morre o Jornalista e Escritor Homero Fonseca

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✝️ LUTO 😞 A imprensa pernambucana está de luto. Morreu hoje, dia 22 de agosto de 2026, aos 77 anos, o jornalista e escritor HOMERO FONSECA, vítima de câncer no pâncreas. Ele publicou mais de 15 livros e deixou um legado marcante tanto no jornalismo quanto na literatura nordestina. Homero Fonseca construiu uma carreira jornalística marcada pela precisão na apuração, rigor ético e defesa da liberdade de imprensa, tornando-se referência no jornalismo econômico e na formação de novos profissionais em Pernambuco.

Homero Fonseca nasceu em 1948 na cidade de Bezerros, interior pernambucano. Formou-se em Jornalismo em 1979, já atuando como profissional sindicalizado. Desde cedo, destacou-se pela disciplina e exigência na apuração, o que o levou a ser reconhecido como um dos repórteres mais completos de sua geração.

Foi editor-chefe do Diário de Pernambuco, diretor de redação da Folha de Pernambuco, e editor e superintendente de edição da Revista Continente. Como repórter, trabalhou nas sucursais do Jornal do Brasil e O Estado de S. Paulo. Ele também teve passagens pelo Jornal do Commercio e pelo Diário da Noite, em Recife.

Na carreira literária, Fonseca deixou uma obra vasta e densa, que deixa resgistros precisos e importantes da História e da Cultura pernambucanas. Publicou romances, ensaios, biografias, crônicas e obras infantojuvenis. Entre os títulos mais conhecidos estão:

📚 Roliúde: Um romance picaresco (2007), adaptado para o teatro.
📚 Jaraguá: O Herói Inzoneiro (segunda edição lançada em 2025).
📚 Tapacurá: Viagem ao planeta dos boatos.
📚 A vida é fêmea.
📚 Jornais em Guerra – A Imprensa na Confederação do Equador (1823-1825), seu último livro, lançado recentemente no dia 2 de julho, no Museu do Estado, pela Editora Aracá.

Na área política, foi secretário do prefeito Jarbas Vasconcelos em 1980. Participou de passeatas e manifestações em Recife contra a ditadura militar, sempre se posicionando como jornalista engajado de esquerda. Sua atuação política estava diretamente ligada ao jornalismo, reforçando a importância da imprensa livre como instrumento de cidadania.

Homero Fonseca ficará reconhecido como um intelectual que transitava entre o jornalismo, a literatura e a política, sem perder a coerência com seus princípios democráticos. Sua postura engajada inspirou colegas e estudantes, mostrando que o jornalismo pode ser também uma forma de militância cidadã. Sua obra é considerada fundamental para compreender a força literária e jornalística do Nordeste.

O jornalista e escritor será sepultado amanhã, dia 23 de agosto, no Cemitério Morada da Paz, em Paulista. Deixou uma lacuna imensurável para o jornalismo pernambucano. ✨️🙏😌📘🗞️📖

#morrehomerofonseca 🖤
#lutoporhomerofonseca 🥀
#adeushomerofonseca 👋

🧭 Concepção e elaboração do post 📝José Ricardo 🖋️ professor e historiador.

🤖✍️ Texto escrito com auxílio das IAs Copilot (Microsoft) e Gemini (Google).

👉 Para saber mais sobre Raimundo Carrero, um importante jornalista que nos deixou este ano, acesse:


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terça-feira, 18 de agosto de 2026

HOJE NA HISTÓRIA - 18.08.26 - Morre a Atriz Glória Menezes

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✝️ LUTO 😞 Uma terça-feira marcada pela partida de grandes nomes da teledramaturgia brasileira. Morreu aos 91 anos, a atriz GLÓRIA MENEZES, que durante décadas marcou seu nome nos palcos, nas novelas e nas telas de cinema, e atuou em mais de 40 novelas da Globo.

A notícia chega no mesmo dia em que o Brasil se despede de Laura Cardoso, outra das maiores damas da teledramaturgia.Mais do que a coincidência das duas despedidas anunciadas no mesmo dia, Laura e Glória deixam um legado que ajuda a contar a própria história da dramaturgia nacional. Ambas atravessaram gerações, e se consolidaram referências da dramaturgia brasileira.

Glória Menezes nasceu em Pelotas, no Rio Grande do Sul, em 19 de outubro de 1934. Seu nome de batismo era Nilcedes Soares de Magalhães. Glória começou sua formação artística em São Paulo e estreou profissionalmente no teatro antes de chegar à televisão, em 1959, quando estreou na TV Tupi. Pouco tempo depois marcou o cinema nacional, quando participou de "O Pagador de Promessas", filme que conquistou a Palma de Ouro no Festival de Cannes em 1962.

Na Globo, estreou em 1967, na novela "Sangue e Areia", como a heroína Doña Sol. Na trama, fez par romântico com Tarcísio Meira, com quem manteve uma das uniões mais conhecidas da televisão brasileira, com quem foi casada por 59 anos (até a morte do ator, em 2021). Juntos, protagonizaram produções como "Irmãos Coragem", "Guerra dos Sexos" e "Torre de Babel".

Glória também mostrou sua versatilidade em personagens cômicas e vilãs, como Laurinha Figueiroa, de "Rainha da Sucata", além de trabalhos em "A Próxima Vítima", "Senhora do Destino" e "A Favorita", grandes sucessos da Rede Globo. Em 1972 protagonizou Maria Leopoldina no filme "Independência ou Morte" de Carlos Coimbra.

Glória também atuou no teatro e no cinema até os anos 2000. Um de seus últimos trabalhos na TV foi “Totalmente Demais”, de 2015, na qual interpretou Stelinha. A despedida de Glória acontece poucos dias depois de uma homenagem da Globo, que inaugurou uma estrela com o nome da atriz em sua Calçada da Fama. Ela deixa três filhos: Maria Amélia, João Paulo e Tarcísio Filho.

A última aparição pública de Glória Menezes antes de sua morte, aos 91 anos, aconteceu no Dia das Mães, em maio de 2026, quando a atriz apareceu em registros raros ao lado do filho, Tarcísio Filho, e da nora, Mocita Fagundes. As fotos foram feitas em um restaurante no Rio de Janeiro e compartilhadas nas redes sociais por Mocita.

Sua carreira, que atravessou gerações, se confunde com a própria história da televisão brasileira e com nosso hábito de descobrir o mundo pelas telas. Com suas personagens, ela ajudou milhões de espectadores a sonhar, imaginar e se emocionar. Ficam personagens, cenas, histórias e uma contribuição artística que dificilmente caberia apenas na palavra saudade. ✨️🙏😌🎬🎞️📺

#morregloriamenezes 🖤
#lutoporgloriamenezes 🥀
#adeusgloriamenezes 👋

🧭 Concepção e elaboração do post 📝José Ricardo 🖋️ professor e historiador.

📖 Fontes consultadas para a postagem:

🗄 Memória Globo
📺 Canal History Channel Brasil
💻 Portais G1, UOL e Metropolis
📰 Jornais O Globo e Folha de São Paulo.

👉 Para saber mais sobre Gloria Menezes e Tarcísio Meira, um dos casais mais inesquecíveis da nossa teledramarugia, acesse:



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HOJE NA HISTÓRIA - 17.08.26 - Morre a Atriz Laura Cardoso

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✝️ LUTO 😞 Uma mulher, muitos olhares, de muitos personagens que marcaram a História das Novelas, do Cinema e do Teatro brasileiro. LAURA CARDOSO poderia ser definida pela frase anterior. E fez sua passagem para outro plano na noite de ontem, 17 de agosto, por volta das 23h20, de forma serena e tranquila, em sua casa, no bairro de Sumaré, na Zona Oeste de São Paulo, junto com familiares, 26 dias antes de completar 99 anos.

Na madrugada de hoje (18 de agosto), a família fez o anúncio de seu encantamento nas redes sociais da artista: "Nossa grande estrela se despediu de nós 🌟❤️ Laura Cardoso estará para sempre em nossos corações. Obrigada por tudo, nossa amada e eterna Laura Cardoso", diz a publicação. A despedida encerra uma trajetória de mais de oito décadas dedicada à arte e à dramaturgia brasileira.

Laurinda de Jesus Cardoso Balleroni nasceu em 13 de setembro de 1927 e começou a atuar aos 15 anos, nas radionovelas da Rádio Cosmos. Ela estreou na TV com 25, em 1952, em "Tribunal do Coração", da TV Tupi. Quando estreou na Globo, em 1981, já tinha consigo a experiência que se tornaria marca de sua carreira. Desde então, trabalhou em mais de 60 novelas, sendo a atriz com mais títulos na carreira do país.

Ao longo de mais de 70 anos de dedicação à arte, ajudou a contar histórias que atravessaram gerações. De personagens marcantes como Vó Carmem, Lakshmi e Veridiana às divertidas cenas de Dona Doroteia e seu bordão "Jesus, Maria José", emocionou, encantou e fez rir.

Na TV Cultura, a atriz participou do Mundo da Lua, famoso seriado infantojuvenil da emissora, onde interpretou a carismática Dona Lila, a querida vizinha da família Silva e Silva.

Ao longo de décadas de carreira, Laura Cardoso colecionou indicações e prêmios por suas atuações na TV, no teatro e no cinema. Entre eles, cinco troféus da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), prêmio Oscarito, do Festival de Gramado, por sua contribuição ao cinema brasileiro, e em 2006, foi laureada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva com a Ordem do Mérito Cultural, por sua contribuição à cultura brasileira.

Mesmo depois de décadas de carreira, Laura nunca quis se afastar completamente dos palcos e das telas. Seu último trabalho na TV foi na novela "A Dona do Pedaço", em 2019, e no filme "Dona Rosinha", de 2025.

Laura deu alma a personagens que emocionaram o país e ajudaram a construir a identidade da nossa cultura.
Dama soberana da atuação, sua paixão pela arte deixa uma marca profunda e inspira gerações de artistas. Com sua partida, o Brasil se despede de uma das figuras mais importantes da história da dramaturgia nacional, deixando para trás um legado que continuará presente na memória de diferentes gerações. ✨️🎥🖤 👏👏👏

#morrelauracardoso 🖤
#lutoporlauracardoso 🥀
#adeuslauracardoso 👋

🧭 Concepção e elaboração do post 📝José Ricardo 🖋️ professor e historiador.

📖 Fontes consultadas para a postagem:

🗄 Memória Globo.
💻 Portais G1, UOL e Metropolis.
📰 Jornais O Globo e Folha de São Paulo.

👉 Para saber mais sobre Glória Menezes, que também faleceu hoje, acesse:


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