terça-feira, 18 de agosto de 2026

HOJE NA HISTÓRIA - 18.08.26 - Morre a Atriz Glória Menezes

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✝️ LUTO 😞 Uma terça-feira marcada pela partida de grandes nomes da teledramaturgia brasileira. Morreu aos 91 anos, a atriz GLÓRIA MENEZES, que durante décadas marcou seu nome nos palcos, nas novelas e nas telas de cinema, e atuou em mais de 40 novelas da Globo.

A notícia chega no mesmo dia em que o Brasil se despede de Laura Cardoso, outra das maiores damas da teledramaturgia.Mais do que a coincidência das duas despedidas anunciadas no mesmo dia, Laura e Glória deixam um legado que ajuda a contar a própria história da dramaturgia nacional. Ambas atravessaram gerações, e se consolidaram referências da dramaturgia brasileira.

Glória Menezes nasceu em Pelotas, no Rio Grande do Sul, em 19 de outubro de 1934. Seu nome de batismo era Nilcedes Soares de Magalhães. Glória começou sua formação artística em São Paulo e estreou profissionalmente no teatro antes de chegar à televisão, em 1959, quando estreou na TV Tupi. Pouco tempo depois marcou o cinema nacional, quando participou de "O Pagador de Promessas", filme que conquistou a Palma de Ouro no Festival de Cannes em 1962.

Na Globo, estreou em 1967, na novela "Sangue e Areia", como a heroína Doña Sol. Na trama, fez par romântico com Tarcísio Meira, com quem manteve uma das uniões mais conhecidas da televisão brasileira, com quem foi casada por 59 anos (até a morte do ator, em 2021). Juntos, protagonizaram produções como "Irmãos Coragem", "Guerra dos Sexos" e "Torre de Babel".

Glória também mostrou sua versatilidade em personagens cômicas e vilãs, como Laurinha Figueiroa, de "Rainha da Sucata", além de trabalhos em "A Próxima Vítima", "Senhora do Destino" e "A Favorita", grandes sucessos da Rede Globo. Em 1972 protagonizou Maria Leopoldina no filme "Independência ou Morte" de Carlos Coimbra.

Glória também atuou no teatro e no cinema até os anos 2000. Um de seus últimos trabalhos na TV foi “Totalmente Demais”, de 2015, na qual interpretou Stelinha. A despedida de Glória acontece poucos dias depois de uma homenagem da Globo, que inaugurou uma estrela com o nome da atriz em sua Calçada da Fama. Ela deixa três filhos: Maria Amélia, João Paulo e Tarcísio Filho.

A última aparição pública de Glória Menezes antes de sua morte, aos 91 anos, aconteceu no Dia das Mães, em maio de 2026, quando a atriz apareceu em registros raros ao lado do filho, Tarcísio Filho, e da nora, Mocita Fagundes. As fotos foram feitas em um restaurante no Rio de Janeiro e compartilhadas nas redes sociais por Mocita.

Sua carreira, que atravessou gerações, se confunde com a própria história da televisão brasileira e com nosso hábito de descobrir o mundo pelas telas. Com suas personagens, ela ajudou milhões de espectadores a sonhar, imaginar e se emocionar. Ficam personagens, cenas, histórias e uma contribuição artística que dificilmente caberia apenas na palavra saudade. ✨️🙏😌🎬🎞️📺

#morregloriamenezes 🖤
#lutoporgloriamenezes 🥀
#adeusgloriamenezes 👋

🧭 Concepção e elaboração do post 📝José Ricardo 🖋️ professor e historiador.

📖 Fontes consultadas para a postagem:

🗄 Memória Globo
📺 Canal History Channel Brasil
💻 Portais G1, UOL e Metropolis
📰 Jornais O Globo e Folha de São Paulo.

👉 Para saber mais sobre Gloria Menezes e Tarcísio Meira, um dos casais mais inesquecíveis da nossa teledramarugia, acesse:



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HOJE NA HISTÓRIA - 17.08.26 - Morre a Atriz Laura Cardoso

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✝️ LUTO 😞 Uma mulher, muitos olhares, de muitos personagens que marcaram a História das Novelas, do Cinema e do Teatro brasileiro. LAURA CARDOSO poderia ser definida pela frase anterior. E fez sua passagem para outro plano na noite de ontem, 17 de agosto, por volta das 23h20, de forma serena e tranquila, em sua casa, no bairro de Sumaré, na Zona Oeste de São Paulo, junto com familiares, 26 dias antes de completar 99 anos.

Na madrugada de hoje (18 de agosto), a família fez o anúncio de seu encantamento nas redes sociais da artista: "Nossa grande estrela se despediu de nós 🌟❤️ Laura Cardoso estará para sempre em nossos corações. Obrigada por tudo, nossa amada e eterna Laura Cardoso", diz a publicação. A despedida encerra uma trajetória de mais de oito décadas dedicada à arte e à dramaturgia brasileira.

Laurinda de Jesus Cardoso Balleroni nasceu em 13 de setembro de 1927 e começou a atuar aos 15 anos, nas radionovelas da Rádio Cosmos. Ela estreou na TV com 25, em 1952, em "Tribunal do Coração", da TV Tupi. Quando estreou na Globo, em 1981, já tinha consigo a experiência que se tornaria marca de sua carreira. Desde então, trabalhou em mais de 60 novelas, sendo a atriz com mais títulos na carreira do país.

Ao longo de mais de 70 anos de dedicação à arte, ajudou a contar histórias que atravessaram gerações. De personagens marcantes como Vó Carmem, Lakshmi e Veridiana às divertidas cenas de Dona Doroteia e seu bordão "Jesus, Maria José", emocionou, encantou e fez rir.

Na TV Cultura, a atriz participou do Mundo da Lua, famoso seriado infantojuvenil da emissora, onde interpretou a carismática Dona Lila, a querida vizinha da família Silva e Silva.

Ao longo de décadas de carreira, Laura Cardoso colecionou indicações e prêmios por suas atuações na TV, no teatro e no cinema. Entre eles, cinco troféus da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), prêmio Oscarito, do Festival de Gramado, por sua contribuição ao cinema brasileiro, e em 2006, foi laureada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva com a Ordem do Mérito Cultural, por sua contribuição à cultura brasileira.

Mesmo depois de décadas de carreira, Laura nunca quis se afastar completamente dos palcos e das telas. Seu último trabalho na TV foi na novela "A Dona do Pedaço", em 2019, e no filme "Dona Rosinha", de 2025.

Laura deu alma a personagens que emocionaram o país e ajudaram a construir a identidade da nossa cultura.
Dama soberana da atuação, sua paixão pela arte deixa uma marca profunda e inspira gerações de artistas. Com sua partida, o Brasil se despede de uma das figuras mais importantes da história da dramaturgia nacional, deixando para trás um legado que continuará presente na memória de diferentes gerações. ✨️🎥🖤 👏👏👏

#morrelauracardoso 🖤
#lutoporlauracardoso 🥀
#adeuslauracardoso 👋

🧭 Concepção e elaboração do post 📝José Ricardo 🖋️ professor e historiador.

📖 Fontes consultadas para a postagem:

🗄 Memória Globo.
💻 Portais G1, UOL e Metropolis.
📰 Jornais O Globo e Folha de São Paulo.

👉 Para saber mais sobre Glória Menezes, que também faleceu hoje, acesse:


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sexta-feira, 14 de agosto de 2026

HOJE NA HISTÓRIA - 14.08.26 - 50 Anos do Centro de Estudos de História Municipal - CEHM

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🎂🎉 Num dia como hoje, 14 de agosto, há exatamente 50 anos, era criado o Centro de Estudos de História Municipal (CEHM), referência na preservação e divulgação da memória dos municípios do estado de Pernambuco. O CEHM deu voz e espaço a escritores interioranos, incentivando pesquisas e publicações. Suas ações ajudaram a consolidar a identidade cultural dos municípios pernambucanos. O trabalho editorial e bibliográfico do Centro é elogiado até hoje como referência na história municipal.

O CEHM nasceu dentro da Fundação de Desenvolvimento Municipal do Interior de Pernambuco (FIAM), criada para apoiar os municípios interioranos. O CEHM herdou da FIAM o compromisso com a valorização dos sítios históricos e manifestações culturais do interior.

Ainda nos anos 1960, Luiz Maria de Souza Delgado idealizou uma associação intermunicipal de história, que inspirou a criação do CEHM, mas coube a seu filho, o advogado e professor universitário José Luiz Delgado ser o primeiro coordenador do CEHM em 1976. A primeira reunião se deu no dia 14 de agosto de 1976, portanto há 50 anos, presidida pelo arquiteto Paulo Roberto Barros e Silva, e contou com apoio do governo estadual da época.

O CEHM destaca-se pela robusta produção editorial, que se tornou referência nacional, suas coleções publicadas em parceria com a CEPE documentaram a trajetória de dezenas de municípios, constituindo um corpus bibliográfico único. A Revista de História Municipal consolidou-se como espaço de difusão acadêmica, reunindo artigos de historiadores locais e nacionais. E suas reuniões quinzenais, realizadas de forma contínua, configuraram um fórum de debate e socialização intelectual, aproximando práticas acadêmicas e comunitárias.

O CEHM contribuiu para legitimar a história municipal como campo de estudo, superando preconceitos que a consideravam secundária ou meramente descritiva. Ao longo de cinco décadas, formou uma rede de historiadores locais, professores e escritores, que passaram a produzir narrativas históricas fundamentadas em pesquisa documental. Conseguiu também reforçar a identidade cultural dos municípios pernambucanos, valorizando tradições, patrimônios e memórias comunitárias. E desse modo contribuiu para a democratização do conhecimento histórico, ao tornar acessível a história das pequenas localidades.

A instituição cuidou da produção e incentivo de estudos monográficos detalhados sobre a formação de diversos municípios, além de resgatar, catalogar e salvaguardar acervos cartoriais, jornais antigos, documentos oficiais e registros orais. O resultado disso está em dezenas de publicações especializadas, que se dividem entre edição de obras, edições comemorativas e coleções que servem de referência obrigatória para estudantes, historiadores e pesquisadores, fomentando assim a Pesquisa Local servindo de estímulo para que historiadores e educadores locais se tornem agentes ativos na escrita da história de suas próprias comunidades.

Ao completar 50 anos, o CEHM reafirma sua relevância, mas enfrenta novos desafios, como por exemplo, a necessidade de digitalização e preservação de seu acervo para garantir acesso às futuras gerações; a incorporação de metodologias interdisciplinares, dialogando com antropologia, sociologia e ciência política; e a ampliação de sua rede de atuação, conectando-se a universidades e centros de pesquisa nacionais e internacionais.

Chegar a meio século de existência é, por si só, um feito notável. O CEHM sobreviveu a mudanças políticas, cortes de financiamento e transformações sociais, mantendo sua missão intacta. Hoje, o desafio é dialogar com as novas gerações, incorporando ferramentas digitais e ampliando o acesso ao seu acervo. O cinquentenário não é apenas uma celebração do passado, mas um convite à renovação, para que a história municipal continue a ser um espaço de resistência cultural e de construção de cidadania.

O CEHM celebra meio século de existência em 2026, reafirmando seu papel como guardião da memória municipal. Sua trajetória mostra como iniciativas locais podem se tornar pilares da cultura e da identidade regional. O aniversário marca não apenas uma data comemorativa, mas a continuidade de um projeto que une passado e futuro.

Chegar ao Jubileu de Ouro não representa apenas um olhar de orgulho para o passado, mas sim a renovação do compromisso com o futuro. Em tempos de rápidas transformações digitais, o trabalho do Centro de Estudos de História Municipal torna-se ainda mais essencial para garantir que a memória coletiva não se perca e que as novas gerações conheçam suas raízes.

Parabéns ao Centro de Estudos de História Municipal (CEHM) pelos 50 anos de contribuição inestimável à memória, à cultura e à história! Vida longa ao CEHM!👏👏👏👏👏👏

#50anosdocentrodeestudosdehistoriamunicipal
#jubileudeourodocehm
#historiadosmunicipiosdepernambuco

🧭 Concepção e elaboração do post 📝José Ricardo 🖋️ professor e historiador.

🖼️ Agradecimentos especiais: Igor Cardoso pelo envio das imagens.

👉 Para saber mais sobre o Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano, outra instituição que é guardiã da História de Pernambuco, acesse:


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quarta-feira, 29 de julho de 2026

HOJE NA HISTÓRIA - 29.07.26 - 46 Anos da Morte do Cantor e Compositor Paulo Sérgio

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😓🖤 Num dia como hoje, 29 de julho, há 46 anos, numa terça-feira (às vinte horas e trinta minutos), morria o cantor e compositor PAULO SÉRGIO, após passar mal nos bastidores de um show na Grande São Paulo. A causa da morte foi Acidente Vascular Cerebral (AVC). Sua morte precoce interrompeu a trajetória de um dos maiores nomes da música romântica brasileira, no auge de uma carreira marcada por enorme sucesso popular.

Nascido Paulo Sérgio de Macedo, em 10 de março de 1944, na cidade de Alegre (ES), demonstrou talento artístico desde a infância. Ainda jovem, aprendeu o ofício de alfaiate com o pai, mas o destino lhe reservava um caminho na música.

Sua estreia fonográfica aconteceu em 1967, com o lançamento do compacto simples que trazia as canções Benzinho e Lagartinha. O grande sucesso veio no ano seguinte, quando Última Canção tornou-se um fenômeno nacional. O compacto vendeu cerca de 60 mil cópias em apenas três semanas e impulsionou o lançamento de seu primeiro álbum, transformando Paulo Sérgio em um dos maiores ídolos populares do país.

Ao longo da carreira, lançou 13 álbuns de estúdio e consolidou-se como um dos principais representantes da música romântica popular brasileira. Constantemente comparado a Roberto Carlos pela semelhança entre suas vozes, conseguiu construir uma identidade artística própria e tornou-se um dos precursores do estilo brega-romântico.

Além de "Última Canção", Paulo Sérgio emplacou outros sucessos como "Não Creio em Mais Nada", "Quero Ver Você Feliz", "Não Quero Ver Você Triste", "Meu Filho, Meu Tesouro", "Nada Além de Ti" e "Eu Te Amo, Meu Brasil".

No domingo, 27 de julho de 1980, fez uma de suas últimas aparições públicas ao participar do Programa do Bolinha, na TV Bandeirantes. Ao deixar os estúdios, o carro em que estava foi atingido por uma pedra arremessada por uma mulher. Horas depois, começou a sentir fortes dores de cabeça, mas ainda tentou cumprir sua agenda de apresentações. Durante um show, passou mal e foi internado, não resistindo dois dias depois às complicações do AVC. 

Na vida pessoal, foi casado com Raquel Telles Eugênio, com quem teve três filhos. Entre eles, Rodrigo, inspiração para a canção Quero Ver Você Feliz. Anos mais tarde, ele seguiria carreira artística com o nome Paulo Sérgio Jr. No final dos anos 1980, uma nova tecnologia permitiu juntar as vozes de Paulo Sérgio e de seu filho, então com 12 anos. A canção escolhida foi "Quero ver você feliz", música que Paulo gravou em 1975 em homenagem ao nascimento dele. Na nova versão, lançada em 1987, o filho responde ao pai com novos versos, incluídos na letra original da canção. Rodrigo faleceu precocemente em 2016, aos 42 anos.

Há artistas que deixam sucessos. Outros deixam lembranças. Paulo Sérgio conseguiu deixar os dois. Quarenta e seis anos depois, Paulo Sérgio continua vivo na memória de seus admiradores. Suas canções seguem emocionando gerações e confirmam que a verdadeira grandeza de um artista não se mede apenas pelo tempo de carreira, mas pela marca que deixa no coração do público.

#46anosdamortedepaulosergio
#historiadamusicabrasileira
#pauloeternosergio

🧭 Concepção e elaboração do post 📝José Ricardo 🖋️ professor e historiador.

👉 Para saber mais sobre outros grandes nomes do brega romântico nacional, acesse:






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terça-feira, 28 de julho de 2026

HOJE NA HISTÓRIA - 28.07.26 - 23 Anos da Morte de Noite Ilustrada

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😓🖤 Num dia como hoje, 28 de julho, há 23 anos, morria na cidade de Atibaia, interior de São Paulo, o cantor, compositor e violonista NOITE ILUSTRADA, vítima de um câncer de pulmão. Dono de uma voz aveludada e um balanço marcante no violão. Sua carreira se estendeu de 1958 até 2001, deixando uma marca profunda na música popular brasileira.

Mário de Souza Marques Filho, seu nome de batismo, nasceu em Pirapetinga (MG) no dia 10 de abril de 1928. Mário teve uma infância difícil. Após a separação dos pais, acabou indo para o Rio de Janeiro, onde viveu anos em regime de internato no Serviço de Assistência aos Menores (SAM). Foi lá que aprendeu a trabalhar com móveis e, ao mesmo tempo, aprendeu a tocar violão.

A história do seu apelido é curiosa: nos bastidores dos shows com o humorista Zé Trindade, o jovem Mário costumava ler uma conhecida revista da época chamada Noite Ilustrada. Certa vez, ao ter que chamá-lo ao palco, Zé Trindade esqueceu o verdadeiro nome do músico e o anunciou: “Com vocês, Noite Ilustrada!”. O público adorou, e o nome virou sua marca registrada.

Nos anos 1950, integrou a ala de compositores e passistas da Portela. Em 1955, durante uma excursão com a escola para São Paulo, decidiu fixar residência na capital paulista, onde sua carreira decolou no rádio e na televisão. Em 1963, gravou a canção que mudaria sua vida: "Volta por Cima", composta pelo zoólogo e sambista paulista Paulo Vanzolini. Os versos históricos tornaram-se parte do vocabulário popular do país: "Reconhece a queda e não desanima / Levanta, sacode a poeira / E dá a volta por cima."

Com mais de 30 discos gravados ao longo de cinco décadas de carreira, o artista manteve-se ativo até o fim da vida, em 2003, aos 75 anos. Deixou gravados dois álbuns tributos lançados postumamente, em homenagem a Lupicínio Rodrigues e Ataulfo Alves, reafirmando sua paixão pelo samba de dor-de-cotovelo e de exaltação.

O legado cultural de Noite Ilustrada está diretamente ligado à consolidação do samba como expressão popular brasileira, especialmente em São Paulo, onde ele ajudou a difundir o gênero e se tornou referência de resistência frente a modismos musicais estrangeiros. Suas músicas continuam sendo interpretadas em rodas de samba e festivais, reforçando sua importância como símbolo de resiliência e brasilidade. 👏👏👏👏👏👏

#23anosdamortedenoiteilustrada
#historiadamusicapopularbrasileira
#historiadosamba

🧭 Concepção e elaboração do post 📝José Ricardo 🖋️ professor e historiador.

👉 Para saber mais sobre Noel Rosa, outro nome ligado ao samba, acesse:


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quarta-feira, 22 de julho de 2026

HOJE NA HISTÓRIA - 22.07.26 - Morre o Cineasta Luiz Carlos Barreto

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✝️ LUTO 😞 O cinema brasileiro hoje ficou mais empobrecido com a partida de um dos seus maiores expoentes. Morreu aos aos 98 anos, o cineasta LUIZ CARLOS BARRETO, um dos nomes mais importantes da história do cinema brasileiro. Ele estava internado no Hospital Copa Star, em Copacabana, no Rio de Janeiro, tratando uma infecção pulmonar causada por pneumonia. Conhecido carinhosamente por parentes e amigos como “Barretão”, Luiz Carlos dedicou mais de 60 anos ao audiovisual nacional.

Luiz Carlos Barreto Borges nasceu em 20 de maio de 1928, em Sobral, no Ceará. Jornalista, fotógrafo e cineasta, mudou-se para o Rio de Janeiro em 1947 e tornou-se repórter e fotógrafo da prestigiosa revista "O Cruzeiro", onde atuou como correspondente internacional na Europa. Formou-se em Letras pela Sorbonne, em Paris. Ao longo da carreira, foi uma das figuras centrais do Cinema Novo, movimento que revolucionou o cinema brasileiro nos anos 1960.

Sua entrada no cinema ocorreu em 1962, como co-roteirista e co-produtor de Assalto ao Trem Pagador, grande sucesso de público e crítica. Como diretor de fotografia, assinou clássicos como Vidas Secas, de Nelson Pereira dos Santos, e Terra em Transe, de Glauber Rocha.

Em 1963, fundou a L.C. Barreto Produções Cinematográficas, responsável por viabilizar clássicos como Garrincha – Alegria do Povo (1963), A Hora e Vez de Augusto Matraga (1965), O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro (1969) e Brasil Ano 2000 (1969).

Entre as produções que ajudou a levar às telas, o maior sucesso de público foi Dona Flor e Seus Dois Maridos, dirigido por seu filho, Bruno Barreto, que atraiu quase 11 milhões de espectadores aos cinemas. Barretão enfrentava problemas de saúde desde março de 2024, após sofrer uma queda durante uma viagem ao Ceará.

Além de seu trabalho artístico, Luiz Carlos Barreto foi um articulador político importante, com atuação na defesa do audiovisual brasileiro e na discussão sobre políticas públicas para o cinema. Seu nome está definitivamente ligado à memória da cultura brasileira.

O velório está marcado para esta quinta-feira (23), às 11h, no Palácio da Cidade, em Botafogo. Depois da cerimônia, o corpo será cremado no Memorial do Caju. Barreto era casado há 71 anos com a produtora Lucy Barreto. Deixa três filhos (dois vivos), nove netos e oito bisnetos. 😞😓😪😢😭

#morreluizcarlosbarreto 🖤
#lutoporluizcarlosbarreto 🥀
#adeusluizcarlosbarreto 👋

🧭 Concepção e elaboração do post 📝José Ricardo 🖋️ professor e historiador.

👉 Para saber mais sobre Breno Silveira, Arnaldo Jabor, e Cacá Diegues, grandes nomes do cinema nacional, acesse:




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quinta-feira, 16 de julho de 2026

HOJE NA HISTÓRIA - 16.07.26 - Morre o Jornalista Renato Machado

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✝️ LUTO 😞 Morreu na manhã desta quinta-feira (16), aos 83 anos, o jornalista Renato Machado, um dos nomes mais marcantes do telejornalismo brasileiro. Com mais de cinco décadas de carreira, ele construiu uma trajetória ligada à cobertura de grandes acontecimentos internacionais e à renovação da linguagem dos telejornais no país.

Renato iniciou a carreira no Jornal do Brasil, em 1969, e chegou à TV Globo em 1982, onde atuou como repórter, correspondente internacional, editor e apresentador. Cobriu episódios históricos como a Guerra das Malvinas, o acidente nuclear de Chernobyl, atentados terroristas na Europa, a Guerra do Golfo e o impeachment de Fernando Collor.

Entre 1996 e 2010, comandou o Bom Dia Brasil, ajudando a consolidar o formato do telejornal matinal. Deixou a Globo em 2021, após quase quatro décadas na emissora, deixando um legado de rigor jornalístico, elegância e dedicação à reportagem. 👏👏👏👏👏👏

#morrerenatomachado 🖤
#lutoporrenatomachado 🥀
#adeusrenanatomachado 👋

🧭 Concepção e elaboração do post 📝José Ricardo 🖋️ professor e historiador.

📖 Fontes consultadas para a postagem: perfis da Globo nas redes sociais.

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