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😭🖤 E assim se passaram 4 anos desde aquela fatídica final de tarde de um início de novembro, em 2021, quando um acidente aéreo com um bimotor calou para sempre uma das vozes mais promissoras do chamado feminejo, a cantora e compositora MARÍLIA MENDONÇA, no auge de sua carreira musical, com apenas 26 anos. Nessa época, o Brasil inteiro já cantava “Infiel”, “Eu sei de Cor”, “Alô Porteiro”, “Amante não tem Lar”, e outros sucessos que falavam de amores frustrados, relações extraconjugais, relacionamentos tóxicos e empoderamento feminino, temas comuns ao universo de milhares de mulheres que se identificavam com as letras da intitulada Rainha da Sofrência.
A voz potente de Marília Mendonça ecoou além dos barzinhos de Goiânia, onde ela começou a carreira, e ganhou números impressionantes para o mercado fonográfico nacional. Sua composição, “Até Você voltar” (parceria com Juliano Tchula), gravada pela dupla Henrique e Juliano foi uma das as canções mais executadas em todo o Brasil no ano de 2015, e seu clipe alcançou mais de 145 milhões de acessos no site Youtube no período. A música “Infiel” foi a quinta mais executada nas rádios do Brasil em 2016, alcançou a posição de quarta mais visualizado no Youtube. No ano seguinte, 2017, foi indicada ao Grammy Latino, na categoria “Melhor álbum de música sertaneja”, com o disco “Realidade – Ao vivo em Manaus”. Também em 2017, sua gravação “Amante Não Tem Lar”, foi uma das dez músicas mais executadas nas rádios brasileiras. O clipe da música, no ano de lançamento, ultrapassou 250 milhões de acessos em seu canal oficial no Youtube.
Segundo o Ecad, a sertaneja deixou 324 músicas cadastradas e 391 gravações dela sozinha e com parceiros. Um legado que ainda vai dar muitos frutos nos próximos anos, com Álbuns e EPs póstumos como o mais recente single “Segundo amor da sua vida” lançado no último dia 23 de outubro, escrita e registrada em áudio em 2018; seguindo a mesma linha de “Decretos Reais”, três álbuns pós-mortem lançados em 2022 e 2023. No começo desde ano (24 de janeiro) foi lançado “De Quem é a Culpa”, dueto em que ela divide as vozes com Cristiano Araújo, morto em 24 de junho de 2015. A gravação feita sem auxílio de IA contemplou uma versão guia – voz do artista sem toda a produção feita em estúdio) gravada em 2015. O encontro entre as duas vozes mais icônicas do chamado sertanejo universitário rendeu mais de 12 milhões de visualizações em apenas nove meses.
Quatro anos depois e o legado da Rainha da Sofrência está mais vivo do que nunca. Em cada lágrima de uma amante, em cada amiga que sexta num bar com as amigas, em cada olhar apaixonado não correspondido de uma mulher sonhadora, em cada mulher que não aceita mais ser inferiorizada, vai ter um pouco da musicalidade de Marília Mendonça. Ela deu voz a tantos sentimentos abafados, reprimidos, silenciados, que hoje sabemos o quanto foi importante dizer musicalmente aquilo que muitas mulheres precisavam ouvir, seja para se divertir ou para dar um novo rumo às suas vidas. O Brasil que cantou suas músicas hoje chora sua ausência, mas ela bem que avisou... “ninguém vai chorar sozinho, todo mundo vai sofrer”. Valeu Marília. 👏👏👏👏👏👏
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#SaudadesdeMariliaMendonca 🌹
🧭 Concepção e elaboração do post 📝 José Ricardo 🖋️ professor e historiador.
👉 Para saber mais sobre Marília Mendonça, a eterna Rainha da Sofrência, acesse:
💻 https://jrscommuitahistoriapracontar.blogspot.com/2021/11/hoje-na-historia-051121-morre-cantora.html
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